18/10/2018 às 17:30

Ibaneis ganha mais um aliado


O presidente do PTB-DF Alírio Neto aderiu a campanha de Ibaneis Rocha. Quem diria que um dia essa cena iria acontecer. 

Mundo político pequeno...

Não há ferida que dure para sempre na política 


Fonte: Redação 

às 16:08

Um Passarinho Me Contou



...que o meio político em peso está com o candidato a governador Ibaneis Rocha (MDB) que está virtualmente eleito...

...que o meio político está atrás de espaços no futuro governo para poderem sobreviver politicamente. Tem que ver se há espaço para todos...

...que Ibaneis para governar terá que lotear o governo, sim deputado distrital sem cargos é a mesma coisa de ficar sem governar pelos próximos quatro anos... 

...que na verdade quem manda na coisa toda é a Câmara Distrital ela que irá dita o rumo de todos os governos. Essa é realidade nua e crua...

...que a coisa mais difícil é controlar o povo porque os renomados deputados distrital tem a goela bem grande...

...que também é preciso saber o que será feito dos deputados distritais que não serão eleitos, principalmente os que apoiaram Ibaneis...

...que nos bastidores a briga pelas secretarias de Obras, Transporte e o Detran-DF é grande. Por que será?...

...que um dos maiores problemas do governador Rodrigo Rollemberg foi não ter tido uma relação harmonica com a Câmara Legislativa...

...que isso é comprovado porque os deputados distritais na sua grande maioria procuraram outros caminhos... 

...que o próximo governador precisa saber: sem Câmara Legislativa, nada feito bom ir com essa frase bem colada na mente...

...que os deputados novatos vão cortar um dobrado com a "velha guarda", na legislação atual foi mais ou menos assim...

...que o deputado distrital Agaciel Maia (PR) sabe de cabo a rabo as nuances do orçamento do Distrito Federal, fica uma dica...

...que ser feio está na moda que o diga Ibaneis Rocha e Paco Brito, a feiura da dupla não os atrapalhou na questão da votação. O eleitor gosta de beleza interior... 

...que o delegado e candidato a deputado federal Miguel Lucena deixou o PTB-DF, fez bem...

...que o governo deles não seja tão feio quanto eles...

...que vai falta cargos para tanta gente ou não...

Eita Passarinho que Sabe de coisas, gente!

Por Odir Ribeiro

Fonte: Redação

às 11:13

A força do PRB-DF


Houve uma certa renovação nos quadros políticos do Distrito Federal e um dos partidos que ficaram imunes a esse furacão de novidades foi o PRB-DF presidido por Wanderley Tavares. A legenda conseguiu fazer dois deputados distritais e um deputado federal. Pastor Martins Machado (29.457 votos), Rodrigo Delmasso (23.227 votos)  campeões de votos e Júlio César ( 79.775 votos) conseguiram colocar o partido no protagonismo mesmo não sendo felizes no campo majoritário. 

Nesse combo o PRB conseguiu juntar duas igrejas:  Universal e a Sara Nossa Terra comandada pelo Bispo Rodovalho.  Na junção obtiveram votos suficientes para eleger Júlio César federal. Em 2014, o segmento não conseguiu eleger ninguém para a Câmara dos Deputados. 

O PRB-DF saiu fortalecido dessas eleições sua cúpula enxergou bem a disputa proporcional. 

Já no campo majoritário os evangélicos num todo precisam reverem conceitos está bem claro que a bolha da igreja, não é o suficiente para subir um degrau da política. 

Mesmo assim, o PRB, a Universal e a Sara Nossa Terra saem mais fortalecidos que nunca e figuram como protagonistas no cenário político do DF. 

Fonte: Redação 

16/10/2018 às 19:08

A injustiça do sistema eleitoral

As eleições de 2018 foram as mais esquisitas da história e onde há esquisitice reina as deturpações. Digo de antemão pelo que acompanhei três candidatos foram injustiçados pelas atuais regras eleitorais que devem ser modificadas em 2022. Aliás que regra escrota e esdruxula. No era melhor os mais votados ganharem as eleições? 

Dr. Gutemberg (PR) presidente do Sindicato dos Médicos que obteve 13.373 votos desempenho muito superior ao de 2014 onde teve seus 8.858 eleitores. O médico deve estar frustado, mas sua participação foi brilhante e o mesmo se consolida como uns dos nomes fortes da política do DF. 

Outro que deve estar frustado, mas no fundo tem muito a comemorar é o líder comunitário Daniel Radar (PPS) que teve 12.208 votos com uma campanha para lá de samaritana onde sua plataforma foi sola de sapatos e influencia digital. Sua página Radar Santa Maria virou um canal de utilidade pública no Facebook. 

Daniel hoje é a maior nome da cidade de Santa Maria em 2022 terá a sua cadeira. 

Salve Jorge (PMB) se tornou a maior liderança do Paranoá/Itapoã com seus 10. 745 votos e já está super credenciado como o político mais votado da região. Só para lembrar em 2014, Jorge obteve  6.270 votos um aumento de mais de 40% em seus números e se manter a pegada em 2022 pode batalhar pelos 15 mil votos. Salve Jorge consegue chamar a atenção para os problemas da região. Campanha digna de aplausos. 

Deve ter tido mais outras campanhas semelhantes a essas, mas foram esses nomes que mais acompanhei pelas mídias sociais. 

Conselhos ao trio e outras campanhas semelhantes: 

1 - Não aceitem cargos no governo em hipótese alguma, pois, isso se mostrou a desgraça de quem vai bem nas urnas, de uma forma ou de outra o sujeito acaba fritado.

 2 - Fique ao lado da comunidade mostre os problemas, melhor ser propositivo do que perder a independência ou ser uma opositor irresponsável.  

3 - 2022 é logo ali com novas regras eleitorais.  


Fonte: Redação 

15/10/2018 às 00:01

Ibaneis Rocha, o mais do mesmo - Parte I




Primeiro - O candidato ao Palácio do Buriti subverteu todos os analistas políticos de plantão, inclusive eu. Quem estava no lado de cá da bolha, jamais imaginaria um candidato que estava com 2% nas pesquisas seria o favorito a chegar no segundo turno e ser praticamento o vencedor das eleições. Já podemos declarar Ibaneis, o novo governador do Distrito Federal está eleito. Com as coisas em ordem vamos aos fatos. 

Ibaneis Rocha é um jurista conceituado e cheio da grana como diz no jargão popular. Políticos adoram pessoas cheias da grana e o advogado caiu no lugar certo o MDB ( antigo PMDB). Seu discurso sem papas na língua e ataque sem dó a todos os seus adversários somado a muito dinheiro foram fatores do seu sucesso. Sem contar na divisão: Eliana Pedrosa, Rogério Rosso, Alírio Neto e Alberto Fraga que foi um facilitador para sua acensão,  talvez se essa turma tivesse se unido a história seria outra, eu disse talvez. 

Ibaneis foi cirúrgico quase 80% dos candidatos a deputado distrital foram bancados por ele enquanto as outras coligações estavam "sem pernas", o advogado monopolizava os distritais carentes.  

A verdade é que Ibaneis é o mais do mesmo se vendeu como diferente, seu futuro governo já está fatiado. Secretaria de Saúde ( um deputado distrital ligado a saúde já tem a sua fatia), Obras ( Filippelli), Transporte (Filippelli) e o Detran-DF já estão demarcados. Quando sair as primeiras nomeações comparem o Diário Oficial com perfis no Facebook e outras redes sociais. 

O governo de Ibaneis está todo fatiado não é a toa que o mundo político em peso está o apoiando. Vocês acham que existe almoço grátis? Os sobreviventes já estão a espera de um belo cargo no GDF para figurarem em 2022.

Ibaneis é centralizador uns apostam que ele em breve irá virar as costas para seus padrinhos Tadeu Filippeli e Benício Tavares. 

Ibaneis não sabe governar, pois, nunca o fez está prometendo mundos e fundos e todos os sindicatos desiludidos com Rollemberg embarcaram na dele. 

Ibaneis não tem plano de governo, só fala por meio de jargões, fala o que o servidor público quer ouvir. Sua sorte é que os seus adversários não souberam o mapear. O candidato se cerca de pelo menos nove advogados no dia a dia e isso sinaliza que ele dará uma bica no meio político tome nota. 

Para governar precisa dos políticos, sim. Fica a dica. 


Mais uma dica: pegue a campanha de Ibaneis e compare com a de Rollemberg em 2014. Garanto vocês irão tirar bastante conclusões. 

Próxima matéria: Ibaneis Rocha fez caixa dois e cometeu crime eleitoral? Nós iremos responder com alguns fatos...

Fonte: Redação 

12/10/2018 às 11:52

Eleição de deputados vira batalha jurídica no DF



Informações Júlio Pontes Jornal Brasília Capital 

Os nomes com * são dos deputados reeleitos distritais. Montagem: Brasília Capital
De acordo com a relação oficial, oito dos 24 deputados distritais da atual legislatura permanecerão na Câmara Legislativa a partir de 2019 (veja quadro 1). Na Câmara dos Deputados, apenas Erika Kokay, do PT, foi reconduzida. Três dos oito novos deputados federais saíram da Câmara Legislativa para o Congresso: Julio Cesar, Professor Israel e Celina Leão. A mulher do ex-governador José Roberto Arruda, Flávia Arruda, foi a mais votada. Paula Belmonte, Luís Miranda e Bia Kicis conquistaram seus primeiros mandatos sem jamais terem disputado uma eleição (veja quadro 3).
Norma – De acordo com estudo do advogado Paulo Goyaz, o TRE-DF, ao aplicar a norma do artigo 10 da Resolução TSE 23.554 de 2017, para relacionar os 24 deputados distritais (veja quadro 3) e os oito federais eleitos, omitiu de apreciar a liminar concedida na ADIn 5.420 de 2015 e a revogação do Artigo 7º da Lei 13.165 de 2015, que alterava o artigo 109, I do Código Eleitoral. Sendo assim, segundo ele, o TRE utilizou regra suspensa pelo STF para preencher as vagas remanescentes após a aplicação do quociente partidário.
Quocientes – Para deputados distritais, apenas o PSB obteve dois quocientes (123.454 votos). Os demais partidos e coligações apenas um quociente: PRB/SD (97.745 votos); Avante (94.824); PSD/PODE (92.058); PDT/PV (91.902); PT (90.097); PROS (86.917); PP (82.554); PR (69.29); PMN/PTC (68.926); MDB (68.327) e PSC (61.994). As 11 vagas remanescentes deveriam ser ocupadas somente por estes partidos, segundo a liminar do STF.
Sobras – Assim, deveriam ter sido declarados eleitos: 14ª vaga – PRB/SD (sobra de 48.872 votos); 15ª vaga – Avante (sobra de 47.872); 16ª vaga – PSD/PODE (sobra de 46.026); 17ª vaga – PDT/PV (sobra de 45.026); 18ª vaga – PT (sobra de 45.048); 19ª vaga – PROS (sobra de 43.485); 20ª vaga – PP (sobra de 41.227); 21ª vaga – PSB (sobra de 41.152); 22ª vaga – PR (sobra de 34.645); 23ª vaga – PMN/PTC (sobra de 34.463); 24ª vaga – MDB (sobra de 34.163,50).
No entanto, o TRE declarou eleitos, segundo Goyaz indevidamente, o NOVO (Júlia Lucy) – 59.149 votos, no lugar do PP (Anderson Medina); a REDE (Leandro Grass) com 58.902 no lugar do PSB (Luzia de Paula); PRP (Daniel Donizet) 58.180 votos no lugar do PR (Dr. Gutemberg); o PSOL (Fábio Félix)com 59.840, no lugar do PMN/PTC (José Cláudio Bonina – Véi da 12); e o PHS (Hermeto) com 47.404 votos no lugar do MDB (Welligton Luiz) (veja quadro 2).
O advogado destacou ainda que o artigo 7º da lei 16.165 de 2015 foi revogado pela Lei 13.488 de 2017 e assim permanece em vigor apenas os parágrafos 1º e 2º do artigo 109 do Código Eleitoral, caso seja afastada a aplicação da ADIn 5420 do STF e assim, o preenchimento das vagas remanescentes será pelo critério dos candidatos mais votados.

Ninguém esbarra na cláusula de barreira dos 10%
*Erika Kokay foi reeleita deputada federal. Montagem: Brasília Capital
Para Paulo Goyaz, somente poderiam ser chamados os partidos em questão se sobrasse alguma vaga em face da cláusula de barreira. Ou seja, se os partidos não tivessem candidatos com mais de 10% do quociente eleitoral. Ele esclareceu que, neste caso, serão declarados eleitos, no DF, os 13 candidatos escolhidos pelo quociente partidário e as demais 11 vagas pelos candidatos mais votados. “Dessa maneira aumentaria a representatividade na CLDF”, concluiu.
Caberá à Justiça eleitoral e ao STF definir se a liminar da ADIn 5420 está em vigor ou se aplica a norma dos parágrafos 1º e 2º do artigo 109 do Código Eleitoral. Segundo o advogado, “em todos os casos haverá mudança na composição”.
No DF, para deputado federal apenas as coligações PSDB/PR/DEM (257.176 votos), PRB/PODE/PPS/SD/PSC/PSD (253.517 votos) e PSB/PCdoB/PDT/REDE (193.858 votos) conseguiram quociente partidário, tendo cada uma obtido um quociente partidário, elegendo Flávia Arruda, Julio Cesar e Professor Israel Batista. Quanto às vagas remanescentes, duas hipóteses podem ocorrer:
1) Se cumprir a liminar da ADIn 5402 de 2015, somente as coligações que obtiveram quociente partidário (PSDB/PR/DEM e PRB/PODE/PPS/SD/PSC/PSD) têm direito a duas vagas remanescentes. PSB/PCdoB/PDT/REDE têm direito a uma vaga mais. Assim, no entendimento do advogado, estariam eleitos nas vagas remanescentes Luís Miranda (65.107), Laerte Bessa (28.526), Paula Belmonte (46.069), Marcos Pacco (39.060) e Maria de Lourdes Abadia (24.575) (veja quadro 4); e
2) Se não considerar a liminar e aplicar a revogação do artigo 109 e Incisos I, II e III, aplicaria apenas o parágrafo 2º (com redação da Lei 13.488 de 2017), onde as vagas remanescentes seriam ocupadas pelos candidatos mais votados, indiferentemente de quociente partidário. Desta forma, estariam eleitos Erika Kokay (89.986); Bia Kicis (86.414),  Luís Miranda (65.107), Paula Belmonte (46.069) e Celina Leão (31.610) (veja quadro 3).
Paulo Goyaz entende que há uma situação jurídica especial, pois há uma liminar do STF que assegura o direito de somente os partidos e coligações que obtiveram o quociente partidário disputar as vagas remanescentes. Sendo que a liminar deve ser cumprida enquanto estiver em vigor.
Minirreforma comete erro técnico
Paulo Goyaz esclarece que houve um erro técnico na minirreforma política de 2017. Ao editar a lei 13.488 de 2017, que revogou expressamente os artigos 5º, 6º, 7º, 8º, 10º e 11º da Lei nº 13.165, de 29 de setembro de 2015, consequentemente deixou em vigor apenas o parágrafo 2º do artigo 109 do C.E. Portanto, se não for aplicada a liminar do STF, devem ocupar as vagas remanescentes os candidatos mais votados, indiferentemente de partido ou coligação. Esclareceu que no tocante aos candidatos eleitos pelo quociente partidário nenhuma mudança ocorreu.
A diferença é que pela lei 7.454 de 1998, após a escolha dos candidatos eleitos pelo quociente partidário, as vagas remanescentes (no caso do DF, 11 vagas de deputados distritais e cinco vagas de deputados federais), somente podem ser preenchidas pelo partidos que obtiveram quociente partidário, como era realizado anteriormente, e não pelos demais partidos.

11/10/2018 às 00:16

TRE poderá mudar resultado das eleições proporcionais no DF


Informações Júlio Pontes, Brasília Capital 

Cinco vagas na Câmara Legislativa podem sofrer alterações, de acordo com estudo do advogado Paulo Goyaz. Para ele, o Tribunal Eleitoral Regional do DF, ao aplicar a norma do artigo 10 da Resolução TSE 23.554 de 2017, para relacionar os 24 candidatos eleitos a deputado distritais e os oito deputados federais pelo Distrito Federal, omitiu de apreciar a liminar concedida na ADIn 5.420 de 2015 e a revogação do Art. 7º da Lei 13.165 de 2015, que alterava o artigo 109, I do Código Eleitoral.

Sendo assim, segundo o advogado, o TRE utilizou regra suspensa pelo STF para preencher as vagas remanescentes após a aplicação do quociente partidário.

Para deputados distritais, apenas os partidos e coligações obtiveram quociente partidário: o PSB que obteve dois quocientes partidários (123.454 votos). Os demais partidos apenas um quociente eleitoral: PRB/SD (97.745 votos); AVANTE (94.824 votos); PSD/PODE (92.058 votos); PDT/PV (91.902 votos); PT (90.097 votos); PROS (86.917 votos); PP (82.554 votos); PR (69.291 votos); PMN/PTC (68.926 votos); MDB (68.327 votos) e PSC (61.994 votos).

As 11 vagas remanescentes deveriam ser ocupadas somente por estes partidos, segundo a liminar do STF. Assim deveria ter sido declarados eleitos: 14ª vaga – PRB/SD, com sobra de 48.872 votos; 15ª vaga – AVANTE, com a sobra de 47.872 votos; 16ª vaga – PSD/PODE, com a sobra de 46.026 votos; 17ª vaga – PDT/PV, com a sobra de 45.026 votos; 18ª vaga – PT, com a sobra de 45.048 votos; 19ª vaga – PROS, com a sobra de 43.485 votos; 20ª vaga – PP, com a sobra de 41.227 votos; 21ª vaga – PSB com a sobra de 41.152 votos; 22ª vaga – PR com a sobra de 34.645 votos; 23ª vaga – PMN/PTC com a sobra de 34.463 votos; 24ª vaga – MDB com a sobra de 34.163,50 votos.

No entanto, o TRE/DF declarou eleitos, segundo Goyaz indevidamente: o NOVO (Júlia Lucy), com 59.149 votos, no lugar do PP (Anderson Borges); a REDE (Leandro Grass) com 58.902 no lugar do PSB (Luzia de Paula); PRP (Daniel Donizet) com 58.180 votos no lugar do PR (Dr. Gutemberg); o PSOL (Fábio Félix) com 59.840, no lugar do PMN/PTC (José Cláudio Bonim) e o PHS (Hermeto) com 47.404 votos no lugar do MDB (Welligton Luiz).

O advogado destacou ainda que o artigo 7º da lei 16.165 de 2015 foi revogado pela Lei 13.488 de 2017 e assim permanece em vigor apenas os §§ 1º e 2º do artigo 109 do Código Eleitoral, caso seja afastada a aplicação da ADIn 5420 do STF e assim, o preenchimento das vagas remanescentes será pelo critério dos candidatos mais votados.

Para Paulo Goyaz somente poderiam ser chamados os partidos em questão, se sobrasse alguma vaga em face da cláusula de barreira, qual seja se os partidos não tivessem candidatos com mais de 10% do quociente eleitoral. Ele esclareceu que, neste caso, serão declarados eleitos, no caso do Distrito Federal os 13 candidatos escolhidos pelo quociente partidários e as demais 11 vagas pelos candidatos mais votados. “Dessa maneira aumentaria a representatividade na CLDF”, concluiu.

Caberá à Justiça eleitoral e ao STF definirem se a liminar da ADIn 5420 está em vigor ou se aplica a norma dos §§ 1º e 2º do artigo 109 do Código Eleitoral. Segundo o advogado, “em todos os casos haverá mudança na composição”.

 
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