Publicado 12/07/16 às 00:01

Coluna Celson Bianchi


Entrevista especial - Alessandro Paiva (administrador do Lago Sul)

Celson Bianchi- Sua gestão à frente das Administrações do Lago Sul e do Jardim Botânico completaram 2 meses. O que a comunidade já pode ver como resultado deste trabalho?

Alessandro: Demos prioridade às demandas expostas nas reuniões com a comunidade. No Lago Sul, estamos colocando o Plano de Publicidade para funcionar. Alguns estacionamentos já estão em fase final das obras.  A ampliação da rotatória da QI 23 já se encontra em fase final também, reivindicação antiga dos moradores do Lago Sul e também do Jardim Botânico, que foi atendida pelo Governo de Brasília através da parceria da Administração Regional com o DER.. No Jardim Botânico, há 60 dias à frente da Administração, já entregamos o estacionamento da Avenida Comercial quase pronto, o que era uma reivindicação antiga da comunidade. Além disso, lutamos pela primeira linha de ônibus da cidade. A emissão de alvarás para as duas cidades já está praticamente em dia, e outras demandas da comunidade vem sendo tratadas com respeito e trabalho pela administração. 


CB- Você tem feito parcerias para reformar escolas públicas das cidades que vem administrando. Esse projeto é vinculado ao Adote uma Escola?

Sim. O projeto Adote uma Escola nasceu para caminhar sobre a rota do terceiro setor, juntamente com parceria da iniciativa privada e de voluntários, que adotam Escolas Públicas fazendo reformas e implantando cursos profissionalizantes. Do Adote uma Escola nasceu parcerias incríveis como: a Feira do aluno empreendedor, o Escolas nas Cidades e o Enem total.


CB- A Geração Brasília do PSB está cumprindo o que prometeu para a sociedade de Brasília?

O PSB decidiu investir na juventude e acreditou que mesmo passando por momentos difíceis, a Geração Brasília veio para dar uma nova cara às ações do governo. A repercussão positiva e efetiva em alguns pontos do governo vem dando visibilidade a um novo cenário na política, tornando propícia a apresentação de novos nomes e a oportunidade de renovação.


CB- Em sua gestão, o que o Lago Sul e o Jardim Botânico podem esperar na qualidade do Serviço Público prestado?

Minha missão como gestor público é devolver ao contribuinte os impostos pagos através da qualidade do serviço público. Estamos trabalhando por uma gestão eficiente. Nossa dificuldade hoje é reduzir o tempo gasto no atendimento das demandas vindas da comunidade, devido à escassez de funcionários e através da máquina pública. Estamos trabalhando na fiscalização da rotina, para que isso não se torne ferramenta facilitadora da ilegalidade.


CB- A política brasileira está desgastada ética e moralmente. Qual a sua visão futura para a classe política brasileira?

O sistema político está falido. Hoje a população brasileira não aceita mais os políticos, sendo assim, estamos vivendo o tempo que nasce um novo sujeito, os defensores de causas, que na verdade fazem o que a política deveria ter feito: defender as pessoas e seus direitos.


Ossos do ofício

A história está se repetindo na vida de Rogério Rosso. Alçado a governador do DF em 2010, sem nunca antes ter disputado um cargo eletivo, o presidente do PSD na Capital se prepara para cumprir, mais uma vez, a missão de gestor tampão. Amanhã (13), se tudo sair como combinado entre o chamado Centrão e a base governista. Rosso deve ser eleito presidente da Câmara dos Deputados. O mandato é curto, de poucos meses. Mas o suficiente para que ele assuma, nem que seja por um fim de semana, o cargo de presidente da República.


Não deu certo

O Tribunal de Justiça do DF rejeitou uma manobra que poderia adiar o julgamento de integrantes da família Roriz, marcado para a próxima quarta-feira (13). Esta semana, a 5ª Turma Cível vai julgar recurso contra a condenação do ex-governador Joaquim Roriz e de suas três filhas, Jaqueline, Wesliane e Liliane, por improbidade administrativa. Rodrigo Roriz, neto do ex-governador, também é alvo da denúncia.

Lupa

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) está de olho em gastos excessivos feitos pela Polícia Militar. Vários contratos firmados pela corporação estão sendo alvo de pente-fino, entre eles o da aquisição de softwares usados para o controle da gestão. Uma auditoria identificou um sobrepreço de 398% na compra de um programa chamado “Clarity”, que custou aos cofres da corporação R$ 1,4 milhão.

Lupa 2

Tão grave quanto o valor astronômico acima do praticado pelo mercado, os auditores identificaram que a PM não possui militares com conhecimento técnico para operar o programa, que não está sendo utilizado pela força de segurança. As supostas irregularidades fizeram o TCDF determinar – em 4 de maio  – que a PM instaurasse tomadas de contas especiais relativas ao contrato que resultou na aquisição desnecessária das licenças. O tribunal deu prazo de 60 dias para que fossem tomadas providências.

Não passou batido

O trânsito em Águas Claras, que já é pesado em horários de pico, tem ficado ainda mais confuso com as trapalhadas do Detran. A foto mostra a paralisia gerada na rotatória que fica em frente a um centro universitário. A população precisa ser ouvida. Ou quem sabe o Detran poderia fazer um teste criando mais vias na rotatória...

Reflexão do dia 

Muito feliz por realizar a entrega de 500 escrituras públicas de legitimação de posse para os moradores dos bairros São Bartolomeu e Residencial Oeste em São Sebastião. Essas escrituras são as primeiras das 7 mil que pretendemos entregar na região até o fim do ano. 
Rodrigo Rollemberg (PSB)- governador do DF.

Fonte: Jornal Alô Brasília

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