Publicado 28/12/15 às 10:00

Brasília a cidade perdida politicamente

Os últimos 10 anos não tem sido fácil para a política do Distrito Federal. Tivemos de governador preso e gestões ineficientes. Brasília está pagando caro com a sua instabilidade política. Os serviços públicos estão de mal a pior. Hoje em dia o que vemos é todo mundo querendo se dar bem. 

Tudo começou com a Caixa de Pandora. Depois dessa catarse, a cidade não foi mais a mesma. A coisa está feia desde os nove meses do ex-governador tampão Rogério Rosso. Digo aqui que foi uma das piores gestões que o DF. Sem magoas, mas essa é a pura verdade. E Rosso pode ser um futuro nome ao Palácio do Buriti. Repito sua gestão foi uma piada. 

Depois veio o desastrado Agnelo Queiroz que nos deixou de herança um estádio de 2 bilhões, um monumento inútil. Seu governo não deixará saudades em ninguém. Foi um dos piores governadores da história de Brasília. Sem contar as suspeitas de corrupção que tramitam em todas as esferas da justiça. 

A Realidade - A política do DF carece de nomes, lideranças que não tenham o rabo preso e possam animar  a cidade e a deixá-la pelo menos em estado de normalidade. Isso já é muito. Não há o novo. O cara da vez seria o atual governador Rollemberg. Eu disse seria! Mas seu primeiro ano de gestão é pra lá de deprimente. Se assim continuar, em 2018 o atual governador terá seu ano de despedida. 

As forças de oposição se mostram fracas e desunidas. Não conseguimos ver um nome de densidade para liderar o processo. O PT-DF está em frangalhos e o futuro da legenda é mais que nebuloso. Do lado da turma do Roriz não temos ninguém. Arruda já era. 

A verdade é que os políticos tem o ego maior que a própria Brasília. Uma expressão chula, mas pode ser usada com liberdade poética, a verdade que alguns se acham os "inventores do pênis". Esse egocentrismo político baixa o nível da política local. 

A falta de lideranças e de uma política estável tem colocado a cidade em um buraco quase sem fundo.  

O futuro não é nada promissor. Mas esperança é a palavra-chave.   

Fonte: Redação 

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