Publicado 30/11/15 às 13:37

Celeste e o teatro midiático



Andar pelas cidades-satélites é ir de encontro com os bastidores políticos de cada região e suas peculiaridades. Não é diferente em Vicente Pires. Uma história envolvendo uma ex-administradora me chamou muita a atenção. Inclusive as suas obras de arte são inspiradoras. 

Mas vamos ao lado político.  Na caótica Vicente Pires, já que lá quando chove é um Deus nos acuda, é enxurrada para todo lado. O caos lá por aquelas bandas impera. 

Nos comércios da vida conheci a história de Maria Celeste Liporoni, ex-administradora da cidade. Celeste assumiu o posto bem no inicio do governo de Rodrigo Rollemberg. Sua exoneração ocorreu quando um grupo de moradores tentou tapar buracos de uma certa rua por conta própria. O serviço, claro, não foi bem feito. 

A administração começou a ser responsabilizada sem ter feito o serviço. As providências legais foram tomadas. Eis que o teto de Celeste começa a desabar. A sacanagem política entrou em cena. O ato da administração soou como se Celeste quisesse "prender" os responsáveis pelo teatro do altruísmo. A administradora foi exonerada pela mídia sem poder se explicar. Não houve lealdade alguma nesse caso. 

Resumindo: as encenações começam por "lideranças" opositoras frustadas que não chegaram ao poder.  O teatro midiático é usado para derrubar alguém ou o alvo. Esse é o resumo da ópera no caso Celeste. Pode-se afirmar tranquilamente. 

Não conheci Maria Celeste Liporoni Celeste, mas seus amigos de Vicente Pires nos relataram a sua história. 

Nem tudo parece como é....

Fonte: Redação 

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