Publicado 25/09/15 às 00:54

Do Sonho ao Pesadelo



Políticos na época da campanha fazem de tudo para nos seduzir e conquistar o nosso voto. 

Visitam restaurantes comunitários. Defendem melhoria na Saúde, Educação e Segurança, e dizem que vão fomentar a Cultura, além de nós encantarem com a frase de efeito onde o jovem é o futuro da cidade. 

Em época de eleições o discurso é que os servidores públicos devem ser valorizados e ter melhores condições de trabalho. Os servidores, sonhadores, apoiam, carregam a bandeira e acreditam nas promessas feitas, nos calorosos discursos. 

Vem a vitória e a esperança se renova. A sensação é de que tudo vai mudar e dias melhores virão. 

Mas quando vem a vitória, a transição vai minando o sonho e a posse é o começo dos pesadelos. 
Os discursos de herança maldita, falta de dinheiro e problemas de toda a natureza passam a assombrar a todos.Parece que não há saída. 

O político que prometeu sonhos sai pela tangente, se esquiva e depois se esconde. Torce pra que se esquecem do que ele defendeu e o pobre servidor, mais uma vez, ficou a ver navios. 

Não para por aí. O mundo começa a ruir, a mídia joga contra e o demônio da vez passa ser o pobre funcionário público, que acreditou no político encantado. 

A rotina volta pior e a falta de motivação para servir o cidadão vira obstáculo quase intransponível. A insegurança e o medo trazem o caos para o serviço público. 

Todos dizem que o Estado está inchado, que gasta de mais com os seus funcionários. Mas na época da campanha eleitoral a ilha da fantasia é apresentada. 

O servidor sabe que há uma crise financeira, mas ele não é o culpado. O político que lhe prometeu mundos e fundos em busca de seu voto, deveria pelos menos lhe garantir o direito adquirido. Mas as promessas ficam ao vento. 

E o político bonzinho e do conto de fadas das eleições só volta no próximo pleito, lá por 2018. 

Quem irá acreditar no próximo contos de fadas?

Brasília é a cidade da Esperança. E o governante da vez está fazendo ficar ao contrário. 

Pobre homem sem palavra.

Fonte: Redação

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